Falar agora
Você fala. A Mandra ouve. O nível aparece.
Teste de múltipla escolha mede o que você reconhece. Falar mede o que você tem. Aqui você escolhe o nível que acha que tem, conversa 3 minutos por voz com a Mandra e ela ajusta na hora — mais devagar se apertar, pode puxar se sobrar. Com e-mail (opcional), o nível que ela sugerir fica registrado no seu painel.
Descobrir meu nível falando
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A aula experimental é sempre grátis e sem conta. Quando quiser continuar, crie sua conta e leve 120 tokens — 60 minutos de conversa com a Mandra, seus, pra usar quando quiser.
Resgatar meus 60 minutosSem preparo, sem lição de casa, sem lista de frase pra decorar. Você fala, ela responde.
Sem nível mínimo, sem teste de entrada. Ela pergunta, você responde do jeito que der — hesitando, errando o tempo verbal, procurando a palavra. A frase vai se ajeitando na conversa, que é o único lugar onde ela se ajeita mesmo.
A Mandra é uma tutora de voz: ela escuta, entende o que você quis dizer e responde no seu nível. Se você travar no meio, ela te dá a palavra e a conversa continua — ninguém corta, ninguém corrige como papagaio, ninguém julga.
A prova é a própria aula. Ela é grátis, não pede cadastro e começa em segundos.
Falar inglês agoraAnos de inglês na escola, talvez anos de curso, série sem legenda. Não é falta de conteúdo — é falta de quilometragem de fala.
Ler, marcar a alternativa certa, arrastar palavrinha, manter a ofensiva, assistir série legendada. Tudo isso treina reconhecer o inglês quando ele aparece na sua frente — e funciona muito bem pra vocabulário e leitura.
Escolher a palavra em tempo real, montar a frase sozinho, sob pressão, com alguém esperando a resposta. É outra habilidade — e ela só se treina falando. Por isso dá pra entender um podcast inteiro e ainda travar no "how are you ?".
Você não é ruim de idioma. Você passou anos treinando a habilidade errada.
Sem lição, sem joguinho, sem decorar frase de livro. Três coisas, só.
De voz, com uma tutora que te escuta de verdade. Desde o primeiro minuto — mesmo que hoje você só consiga montar meia frase.
Seu trabalho, sua viagem, seu time, sua família. O inglês entra pelo assunto que você ama — porque é assim que ele fica.
Uma ideia por vez. Errou? Faz parte do método. A conversa continua e a confiança cresce sem você perceber.
A promessa é a mesma pra todo mundo: destravar a fala. O que muda é a cena que você precisa vencer.
Você lê o e-mail, entende a call inteira — e some na hora de responder. Aqui você treina a cena que trava: se apresentar, discordar, pedir prazo, fechar assunto.
Anos de curso, talvez um intercâmbio, e hoje enferrujou. Você não perdeu o inglês: ele está guardado sem uso. Conversar é o que tira ele da gaveta.
Aeroporto, hotel, restaurante, pedir ajuda quando dá errado. Sem decorar lista de frase pronta — falando com alguém do outro lado, que responde de volta.
A parte falada da prova, a entrevista da bolsa, a apresentação em aula. Escrever você até escreve; o gargalo é falar sob pressão, e é exatamente isso que se treina aqui.
Entrevista, processo, vida nova. Quem decide é o inglês do dia a dia, na velocidade real da conversa, não o do livro.
Parceiro, sogra, filhos crescendo bilíngues, amigos de fora. Você entende quase tudo na mesa e responde em português. Dá pra virar esse jogo conversando.

Volte amanhã e ela te chama pelo nome, sabe por que você quer o inglês e continua de onde vocês pararam. Seu objetivo não é uma pergunta de formulário — é o assunto da próxima conversa.
Personalização de verdade, não teatro: cada resposta sua muda a aula que você recebe.
O método FalaMandra vem de uma vida inteira ensinando idiomas por conversação — de um professor tão requisitado que a agenda dele simplesmente acabou.
A descoberta de todos esses anos é simples: ninguém destrava um idioma estudando sobre ele. Destrava falando dele para a própria vida — com alguém que acolhe cada tentativa.
A IA não é o método: é o canal que deixou esse método barato, sem hora marcada e disponível a qualquer hora. Falar sem medo é o nosso fogo.

O que todo mundo pergunta antes de testar o nível falando.

Você diz o nível que acha que tem (de “nunca estudei” a “quase nativo”), a Mandra puxa uma conversa sobre a sua vida nesse nível e ajusta durante a aula: se você trava, ela desce; se sobra, você diz “pode puxar” e ela sobe. Ao final, com e-mail, ela registra o nível que sugere no seu painel — com o que treinar. Sem prova, sem alternativa.

Hoje o ajuste acontece durante a conversa (você sente o nível mudar) e o nível sugerido fica registrado no painel de quem informa o e-mail. Uma tela de resultado no fim da aula está no nosso roteiro — enquanto ela não chega, o painel é onde o nível fica. Sem e-mail, o teste continua grátis; você só não guarda o histórico.

A0 (nunca estudei), A1 (sei o básico), A2 (me viro), B1 (já converso), B2 (avançado) e C1 (quase nativo) — a mesma escala do Quadro Europeu (CEFR), medida pelo que sai da sua boca, não pelo que você marca.

Para saber se você consegue conversar, sim — é a única medida honesta. Teste escrito diz o quanto você reconhece; muita gente tira B2 escrito e conversa como A2. Se o seu objetivo é falar, meça falando.

Não. Você escolhe o idioma, diz o nível e começa a falar. Criar conta é opcional, para guardar o nível sugerido, seus minutos e o que a Mandra lembra de você entre aulas.
A aula experimental é grátis. Se você gostar, compra minutos — e eles valem pra qualquer idioma e não expiram.
Vinte textos sobre a mesma travada, escritos pra quem entende inglês e não fala — e pra quem está começando do zero.
Três minutos falando valem mais que qualquer prova. Grátis, sem cadastro, sem mico.
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